Estávamos empolgados e muito felizes com nova cachorrinha em casa, quando meu sogro nos contou sobre o nascimento de uma ninhada de lhasas apso em sua casa. Decidimos visitar a nova família.
Ao chegarmos lá, nos deparamos com o máximo da fofura: quatro bolinhas de pelo de cor branca e marrom andando e brigando entre si. Porém, o mais briguento nos chamou a atenção, com sua carinha ranzinza e seu resmungar que parecia o de um leãozinho.
Acabamos adotando o cãozinho rabugento, dando-lhe um nome poderoso e imponente: Zeus.
Chegando em casa, Cotó o olhou com estranheza e começou a cheirá-lo, Zeus, por sua vez apenas resmungava, andando de um lado para outro.
Cotó investia seu charme na frente do lhasa apso, fazendo posição de brincar, aquela em que, geralmente os filhotes, abaixam-se sobre as patas dianteiras e deixam as traseiras em pé, abanando o rabinho ao mesmo tempo, mas ele continuava resmungando, andando de um lado ao outro.
No final do dia, os dois acabaram dormindo juntos, sem choro do Zeus.
Na época em que adotamos nossos cachorrinhos, em 2003, não era comum os celulares terem câmeras e esta foto do Zeus junto com minha filhinha foi tirada com uma câmera de filme.


