quarta-feira, 9 de maio de 2018

O desastroso pum do cãozinho Boca



Minha irmã decidiu morar em outro lugar, devido a um assalto que minha família havia sofrido na zona rural.
Junto com a mudança, ela adotou um boxer, que ficou alojado em nossa casa durante alguns dias. Ela não sabia como batizá-lo e, devido à boca muito grande que ele tinha, decidimos chamá-lo de Boca.
Quando chegou, Boca era muito magrinho, tinha dentes muito pequenos e o hábito de deitar levemente sua cabeça para o lado quando latia.
No meio de todos aqueles cachorros, ele parecia um anãozinho mirrado que gostava de brincar com Dodo, pois tinham a mesma idade, quatro meses.
Tamires, minha filha, ficou muito animada com o hóspede que estava lá, pegava-o no colo e ficava fazendo carinho. Quem não gostou nada disso foi Cotó, que via a pequena dona como sua cria. A cadela ficou tão magoada que ficou de costas para a cena e por mais ela a chamasse, Cotó não olhava.
Já era época de levar Dodo para ser vacinado e aproveitamos para convidar minha irmã para levar Boca ao veterinário.
Após a consulta dos dois filhotes, estávamos voltando para casa e Boca soltou um “pum” dentro do carro. Dodo, que não era muito fã de viagens de carro, passou mal com o cheiro e acabou vomitando toda a ração que havia comido antes da consulta. Que horror!





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