Minha
irmã decidiu morar em outro lugar, devido a um assalto que minha família havia
sofrido na zona rural.
Junto
com a mudança, ela adotou um boxer,
que ficou alojado em nossa casa durante alguns dias. Ela não sabia como
batizá-lo e, devido à boca muito grande que ele tinha, decidimos chamá-lo de
Boca.
Quando
chegou, Boca era muito magrinho, tinha dentes muito pequenos e o hábito de
deitar levemente sua cabeça para o lado quando latia.
No
meio de todos aqueles cachorros, ele parecia um anãozinho mirrado que gostava
de brincar com Dodo, pois tinham a mesma idade, quatro meses.
Tamires,
minha filha, ficou muito animada com o hóspede que estava lá, pegava-o no colo
e ficava fazendo carinho. Quem não gostou nada disso foi Cotó, que via a
pequena dona como sua cria. A cadela ficou tão magoada que ficou de costas para
a cena e por mais ela a chamasse, Cotó não olhava.
Já
era época de levar Dodo para ser vacinado e aproveitamos para convidar minha
irmã para levar Boca ao veterinário.
Após
a consulta dos dois filhotes, estávamos voltando para casa e Boca soltou um
“pum” dentro do carro. Dodo, que não era muito fã de viagens de carro, passou
mal com o cheiro e acabou vomitando toda a ração que havia comido antes da
consulta. Que horror!

Nenhum comentário:
Postar um comentário